Amor sem fim!

Olá pessoal! 😀

Lá vai mais um pedacinho da história mais importante da minha vida…  <3

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… E com 6 meses de gravidez, no aniversário do meu pai, alguma coisa diferente aconteceu….

Eu tive a certeza que sentia meu pequenino chutar, desde os 04 meses de gravidez, sentia umas ” tremidinhas” .hehe

Durante o almoço de aniversário do meu pai, o chute foi mais forte. Que sensação maravilhosa e unica, sentir que um pedacinho do céu estava se formando dentro de mim. Pois era essa a sensação que eu tinha, que algo divino acontecia, o dom da vida se repetia.

Então registrei este momento, minha primeira de poucas fotos da gravidez.  Isso é algo que me arrependo, ter poucas fotos deste período tão especial.

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Essa sou eu, esperando meu principe!

Sempre que possível registrem e aproveitem cada minuto, cada descoberta, cada detalhe, pois essa barriga da saudades e não volta, por mais que se engravide novamente, nenhuma gravidez é igual a outra e cada  uma é especial a sua maneira.

O tempo passou rápido e logo estava com 08 meses de gravidez, tudo estava indo muito bem e o amor só crescia. Eu podia sentir o cheirinho dele como se já estivesse nos meus braços.. A ansiedade aumentando e o tempo começou a passar devagar conforme haviam me falado. Com 8º mês  as horas pareciam dias, os dias semanas e as semanas meses…

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Marquei os últimos exames e a ultima ecografia. Nos exames de sangue tudo ok, mas na ecografia alguma coisa estava diferente. Apareceu uma quantidade maior de liquido amniótico, na ingenuidade de uma mãe de “primeira viagem” pensei que não teria problemas, e que seria até bom, pois era um sinal de que não estava com perda de líquido. Mas na consulta com a ginecologista ela me disse que esse excesso não era um bom sinal, pois quando temos muito líquido significa má formação do bebê…

E por isso ela me encaminharia para o acompanhamento de alto risco e que eu ficaria no hospital até o nascimento dele. E para piorar seria em um hospital em outra cidade, pois o da cidade em que eu morava não tinha tecnologia para acompanhar a gravidez nessas condições.

Sai do consultório sem saber o que pensar, ou no que pensar primeiro.

Liguei para minha mãe que foi um dos meus alicerces neste período. No primeiro momento ela ficou apavorada e eu ainda não tinha noção de tudo que estava acontecendo, na verdade a “ficha”  não tinha caído. Só cai em mim, depois de perceber a reação dela.

Pensamentos a mil…

O que fazer?

Como este diagnóstico não foi dado antes?

Com tanta tecnologia, só perceberam que poderia ter algum problema no final da gravidez?

Como ele seria e como viveria com o que poderia ter?

E o pior de todos os pensamentos…

Será que ele conseguiria? Será que conseguiríamos estar juntos?

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Decidi então, fazer uma nova ecografia com um médico diferente, para ter certeza do que eu não queria acreditar. Marquei a consulta para o mesmo dia e para minha surpresa …

Mas esta história fica para o próximo post …  😉