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Por muito tempo eu vivi na desorganização, principalmente quando deixei meu antigo emprego para me dedicar exclusivamente ao blog. Não é fácil admitir, mas foi uma época da minha vida que serviu como um grande aprendizado – nós podemos tirar coisas boas de tudo, até dos momentos complicados.

Naquela época eu não tinha horário para nada, ia dormir super tarde (isso quando não passava a noite em claro), consequentemente acordava muito tarde, passava a maior parte do tempo na frente do computador e não conseguia produzir conteúdo de qualidade – eu estava sempre cansada e minha vida pessoal ficava sempre de lado, lazer então, nem pensar!

E após alguns puxões de orelha – de pessoas bem próximas – me dei conta que estava mais do que na hora de mudar, de organizar a minha vida e aproveitar melhor cada minuto.

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Hoje em dia eu não vivo mais sem organização, sem ter e seguir uma rotina – sem esse comportamento é impossível manter as coisas em ordem.

Tenho marido, filho, casa para cuidar e o blog (fanpage, youtube, instagram e afins) – sem seguir uma rotina bem regrada seria impossível conciliar todas as minhas tarefas e me dedicar 100% à cada uma, além disso não sobraria tempo para descansar, curtir com a família e cuidar de mim.

Não descobri a minha rotina da noite para o dia e para deixar ela “redondinha” também demorou algum tempo, mas logo nos primeiros dias a diferença e qualidade de vida eram notáveis. Hoje me considero uma pessoa muito organizada e que depois de várias “lambadas”, aprendeu o bastante para ajudar outras pessoas a terem mais organização e qualidade de vida.

O vídeo abaixo é justamente sobre isso – Dicas Infalíveis para Organizar Melhor o seu Dia – são atitudes que deram certo pra mim e espero muito que ajude vocês também.

Viram como não é um bicho de sete cabeças organizar melhor a sua vida!? Com Planejamento, Lista de Tarefas, Metas, Limites e Recompensa, fica muito mais fácil e gratificante seguir uma rotina.

Espero muito que tenham gostado do video!

 

 

Quais as atitudes que vocês praticam no dia-a-dia para seguir uma rotina? 

 

 




 

 

Amor sem fim!

Olá pessoal! 😀

Lá vai mais um pedacinho da história mais importante da minha vida…  <3

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… E com 6 meses de gravidez, no aniversário do meu pai, alguma coisa diferente aconteceu….

Eu tive a certeza que sentia meu pequenino chutar, desde os 04 meses de gravidez, sentia umas ” tremidinhas” .hehe

Durante o almoço de aniversário do meu pai, o chute foi mais forte. Que sensação maravilhosa e unica, sentir que um pedacinho do céu estava se formando dentro de mim. Pois era essa a sensação que eu tinha, que algo divino acontecia, o dom da vida se repetia.

Então registrei este momento, minha primeira de poucas fotos da gravidez.  Isso é algo que me arrependo, ter poucas fotos deste período tão especial.

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Essa sou eu, esperando meu principe!

Sempre que possível registrem e aproveitem cada minuto, cada descoberta, cada detalhe, pois essa barriga da saudades e não volta, por mais que se engravide novamente, nenhuma gravidez é igual a outra e cada  uma é especial a sua maneira.

O tempo passou rápido e logo estava com 08 meses de gravidez, tudo estava indo muito bem e o amor só crescia. Eu podia sentir o cheirinho dele como se já estivesse nos meus braços.. A ansiedade aumentando e o tempo começou a passar devagar conforme haviam me falado. Com 8º mês  as horas pareciam dias, os dias semanas e as semanas meses…

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Marquei os últimos exames e a ultima ecografia. Nos exames de sangue tudo ok, mas na ecografia alguma coisa estava diferente. Apareceu uma quantidade maior de liquido amniótico, na ingenuidade de uma mãe de “primeira viagem” pensei que não teria problemas, e que seria até bom, pois era um sinal de que não estava com perda de líquido. Mas na consulta com a ginecologista ela me disse que esse excesso não era um bom sinal, pois quando temos muito líquido significa má formação do bebê…

E por isso ela me encaminharia para o acompanhamento de alto risco e que eu ficaria no hospital até o nascimento dele. E para piorar seria em um hospital em outra cidade, pois o da cidade em que eu morava não tinha tecnologia para acompanhar a gravidez nessas condições.

Sai do consultório sem saber o que pensar, ou no que pensar primeiro.

Liguei para minha mãe que foi um dos meus alicerces neste período. No primeiro momento ela ficou apavorada e eu ainda não tinha noção de tudo que estava acontecendo, na verdade a “ficha”  não tinha caído. Só cai em mim, depois de perceber a reação dela.

Pensamentos a mil…

O que fazer?

Como este diagnóstico não foi dado antes?

Com tanta tecnologia, só perceberam que poderia ter algum problema no final da gravidez?

Como ele seria e como viveria com o que poderia ter?

E o pior de todos os pensamentos…

Será que ele conseguiria? Será que conseguiríamos estar juntos?

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Decidi então, fazer uma nova ecografia com um médico diferente, para ter certeza do que eu não queria acreditar. Marquei a consulta para o mesmo dia e para minha surpresa …

Mas esta história fica para o próximo post …  😉

 

 

 




 

 

Olá pessoal! 😀

Lá vai o post da semana… E A VIDA CONTINUA…

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Em meio aos medos e aos conflitos, tudo tinha que continuar, mas não foi tão simples assim…

A ficha começou a cair, vieram os primeiros exames e a primeira ecografia. Meu coração já não batia mais sozinho e eu ouvia pela primeira vez a melodia mais linda, o som do milagre da vida. Apesar do turbilhão de emoções, aquele som, aquele coraçãozinho que batia tão forte e rápido, fazia com que tudo ficasse tão pequeno, silenciando a agonia que gritava dentro de mim.

Como pode um amor tão grande nascer tão rápido?!

Logo as pessoas começaram a perceber que eu já não andava mais sozinha. Meu corpo começava a mudar e junto dele meus planos e meus interesses. Tudo se resumia na espera e na chegada.

Os sentimentos foram se acalmando e o tempo foi se encarregando de resolver tudo.

Marquei a 2º ecografia e tudo estava indo muito bem 🙂

Marquei a 3º.  Ansiosa e curiosa para saber como estava meu bebê e se já descobriria se seria tudo azul ou cor de rosa. kkk
O médico me acalmava e dizia que tudo estava indo bem e  que tinha 70% de chances de ser menina….
Fiquei feliz por conseguir ver o sexo, ou pelo menos 70% do que poderia ser, mas algo me dizia que o médico havia se enganado, até porque eu nem tinha ideia de nomes para meninas…

Na 4º ecografia descobri. Coração de mãe não se engana, 100% menino. 😀

Sempre  sonhei em ser mãe de um menino. Já imaginava as brincadeiras e as pescarias com meu pai, que com certeza seria a figura masculina que ele teria.

O relacionamento com  o pai dele não era dos melhores. Mas ele esteve presente em todos os momentos da gravidez. Preferi ficar sozinha este período tão delicado, para que as brigas não afetassem o desenvolvimento emocional do bebê.

Estar sozinha evitou as brigas, mas não as lágrimas e a mágoa. Apesar de tudo ter começado em uma amizade e o relacionamento ser recente e por isso ainda não existir amor eu realmente acreditava que poderia dar certo. Então eu descobri a gravidez e percebi que a pessoa que eu confiava não era tão confiável assim.
A força vinha de Deus, do meu bebê e da minha família. Evitava chorar para parecer forte e fingir que tudo estava bem, mas quem me conhecia sabia, que a muralha era só por fora e que por dentro estava sensível e frágil.

Eu sempre pensava que apesar de tudo eu tinha que ser forte, pois alguém dependia de mim e que os medos e o preconceito (que sempre existiu) eram apenas obstáculos que eu enfrentaria e me deixariam mais forte.

O tempo foi passando e a cada dia mais perto de conhecer meu príncipe, meu Bernardo.

E com 6 meses de gravidez, no aniversário do meu pai, alguma coisa diferente aconteceu….

Ah, essa história fica para o próximo post 😉