Olá pessoal! 😀

Lá vai o post da semana… E A VIDA CONTINUA…

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Em meio aos medos e aos conflitos, tudo tinha que continuar, mas não foi tão simples assim…

A ficha começou a cair, vieram os primeiros exames e a primeira ecografia. Meu coração já não batia mais sozinho e eu ouvia pela primeira vez a melodia mais linda, o som do milagre da vida. Apesar do turbilhão de emoções, aquele som, aquele coraçãozinho que batia tão forte e rápido, fazia com que tudo ficasse tão pequeno, silenciando a agonia que gritava dentro de mim.

Como pode um amor tão grande nascer tão rápido?!

Logo as pessoas começaram a perceber que eu já não andava mais sozinha. Meu corpo começava a mudar e junto dele meus planos e meus interesses. Tudo se resumia na espera e na chegada.

Os sentimentos foram se acalmando e o tempo foi se encarregando de resolver tudo.

Marquei a 2º ecografia e tudo estava indo muito bem 🙂

Marquei a 3º.  Ansiosa e curiosa para saber como estava meu bebê e se já descobriria se seria tudo azul ou cor de rosa. kkk
O médico me acalmava e dizia que tudo estava indo bem e  que tinha 70% de chances de ser menina….
Fiquei feliz por conseguir ver o sexo, ou pelo menos 70% do que poderia ser, mas algo me dizia que o médico havia se enganado, até porque eu nem tinha ideia de nomes para meninas…

Na 4º ecografia descobri. Coração de mãe não se engana, 100% menino. 😀

Sempre  sonhei em ser mãe de um menino. Já imaginava as brincadeiras e as pescarias com meu pai, que com certeza seria a figura masculina que ele teria.

O relacionamento com  o pai dele não era dos melhores. Mas ele esteve presente em todos os momentos da gravidez. Preferi ficar sozinha este período tão delicado, para que as brigas não afetassem o desenvolvimento emocional do bebê.

Estar sozinha evitou as brigas, mas não as lágrimas e a mágoa. Apesar de tudo ter começado em uma amizade e o relacionamento ser recente e por isso ainda não existir amor eu realmente acreditava que poderia dar certo. Então eu descobri a gravidez e percebi que a pessoa que eu confiava não era tão confiável assim.
A força vinha de Deus, do meu bebê e da minha família. Evitava chorar para parecer forte e fingir que tudo estava bem, mas quem me conhecia sabia, que a muralha era só por fora e que por dentro estava sensível e frágil.

Eu sempre pensava que apesar de tudo eu tinha que ser forte, pois alguém dependia de mim e que os medos e o preconceito (que sempre existiu) eram apenas obstáculos que eu enfrentaria e me deixariam mais forte.

O tempo foi passando e a cada dia mais perto de conhecer meu príncipe, meu Bernardo.

E com 6 meses de gravidez, no aniversário do meu pai, alguma coisa diferente aconteceu….

Ah, essa história fica para o próximo post 😉

 




 

Olá pessoal, tudo bem?

Meu nome é Emilli e sou a nova colaboradora do blog.

Vou escrever sobre diversos assuntos, mas em especial sobre a maternidade, este período tão especial na vida de uma mulher. Vou dividir um pouco da minha experiência. Dos desafios de sermos mãe e pai e não mães “solteiras”, mas sim, mães guerreiras.

Espero muito que gostem! 🙂

GRAVIDEZ1

Medo, insegurança, confusão de pensamentos, choro, frio na barriga e por fim um amor sem fim . Essas foram as sensações que experimentei quando descobri que não estava mais sozinha e que nunca mais estaria, quando descobri que a partir daquele momento teria comigo um companheiro ou companheira para vida toda.

E então, vou ser mãe!

Desde de menina me imaginava sendo mãe, embalava as bonecas e com a inocência de uma criança pensava que tudo fosse simples como as brincadeiras da infância. O tempo passou e as brincadeiras foram substituídas pelas curiosidades, pelos sonhos, pelos amigos de momentos. A vida seguia, muitos planos, muitas novidades e a paixão pelo teatro, que iniciou na infância, só aumentava, a ideia era prestar o vestibular para esta área.

Tudo planejado, tudo definido….

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Quando aos 21 anos eu descobri. Vou ser mãe!
Mesmo não sendo a mãe mais nova, eu sentia como se fosse e como se a menina que brincava de bonecas estivesse ali novamente, com os medos e a insegurança. Toda aquela coragem e auto suficiência da juventude já se perdia entre as lágrimas.

Como eu poderia ser mãe?!
Início de relacionamento!
Ainda estávamos nos conhecendo!
Por um deslize. Apenas uma vez!

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Recebi o resultado do exame por e-mail e o li no trabalho, pensando que com certeza daria negativo, mas pelo contrário, lá estava o que eu temia. A partir daquele momento as lágrimas rolaram e eu já não conseguia mais pensar em nada, liguei para minha mãe e por telefone contei, ela ficou de início perplexa, pois nem imaginava que eu desconfiava que poderia estar grávida. Me pediu para ir direto pra casa para conversamos.

Os pensamentos a mil, coração disparado e as mãos suando, mas para minha surpresa a reação dela foi muito melhor do que eu imaginava, mesmo que, como toda mãe, ela tivesse feito planos perfeitos para o meu futuro. O amor de mãe foi maior, e ela o amou desde o princípio, me apoiou em todos os momentos e enxugou todas as lagrimas, que não foram poucas.

Este apoio foi fundamental, pois no momento do desespero não conseguimos pensar com clareza e acabamos tomando decisões erradas, as quais podemos nos arrepender por toda a vida.

 

Cada etapa foi um desafio e uma conquista, mas deixamos isto para próxima semana…

 

 




 

amamentaçãopost

Bem no inicio da minha gravidez eu fiz um video sobre alguns temas que geram muitas dúvidas nas futuras mamães (confere aqui), e nesse mesmo vídeo eu aproveitei para contar sobre o meu medo de não conseguir amamentar o Baby Vi, em virtude de uma Mamoplastia que havia feito alguns anos antes.

No vídeo de hoje eu venho contar para vocês como foi a minha experiência com a amamentação e também no que a Mamoplastia interferiu.

Foi um bate-papo sem frescuras e bem sincero, espero muito que gostem!

 

 

Beijos!