No dia 19 de agosto de 2018, o piloto canadense Robert Wickens sofreu um grave acidente na corrida da IndyCar em Pocono. Durante a 7ª volta da corrida, Wickens perdeu o controle do seu carro indo em direção ao muro a uma velocidade de cerca de 360km/h. O carro bateu no muro frontal, capotou diversas vezes e atingiu a cerca de proteção, deixando destroços espalhados pela pista.

Wickens foi levado a um hospital em Allentown, Pensilvânia, onde foi descoberto que ele tinha sofrido fraturas em sua coluna, braço direito, perna esquerda e costelas. Ele precisou passar por uma cirurgia para estabilizar a coluna vertebral e desde então tem trabalhado duro em seu processo de reabilitação.

O acidente de Wickens levantou várias questões importantes sobre a segurança na IndyCar e no esporte automotivo em geral. Primeiro, muitos se perguntaram o que causou o acidente de Wickens. Testemunhas oculares descreveram seu carro como flutuando antes de bater no muro. Algumas teorias sugerem que o acidente foi causado por um problema mecânico, enquanto outras sugerem que foi causado pelo vento. No entanto, uma investigação oficial da IndyCar determinou que o acidente foi causado por aerodinâmica insuficiente que gerou força descendente insuficiente no carro de Wickens.

Isso tornou crucial para a IndyCar e fabricantes de carros para trabalhar em formas de melhorar a aerodinâmica dos carros. Desde o acidente de Wickens, a IndyCar implementou uma nova carenagem aerodinâmica dianteira chamada de aeroscreen que é projetada para proteger a cabeça dos motoristas de destroços. Além disso, a série tem trabalhado em outras melhorias na aerodinâmica do carro para ajudar a prevenir futuros acidentes.

O acidente de Wickens também destacou a importância da segurança em todas as formas do esporte automotivo, desde o design do carro até a construção da pista. A IndyCar já implementou algumas medidas de segurança, como a introdução do cockpit fechado e a instalação de barreiras de absorção de impacto, mas há ainda mais a ser feito.

Além disso, o acidente de Wickens levantou preocupações sobre as lesões que os pilotos podem sofrer em acidentes. Algumas pessoas questionaram se o esporte é seguro o suficiente e se vale a pena o risco de lesões graves ou até mesmo fatais. No entanto, muitos pilotos defendem a segurança no esporte e argumentam que é importante encontrar maneiras de melhorar as medidas de segurança para proteger a si mesmos e uns aos outros.

Não há dúvida de que o acidente de Wickens é um lembrete trágico do quão perigoso pode ser o esporte automotivo. É importante que a IndyCar e outros organizadores de corridas continuem trabalhando para melhorar a segurança e prevenir futuros acidentes. Espera-se que as melhorias na aerodinâmica dos carros e outras medidas de segurança ajudem a proteger os pilotos e evitar tragédias como a que ocorreu com Wickens em 2018.