Em 17 de abril de 2019, um avião Boeing 757 da empresa FedEx caiu em um aeroporto perto de Lisboa, Portugal. O acidente deixou duas pessoas mortas e diversas outras feridas. Três anos depois, as investigações ainda não chegaram a uma conclusão definitiva sobre as causas do acidente.

De acordo com relatos iniciais, o avião teria sofrido problemas técnicos pouco após decolar do aeroporto de Lisboa. O piloto, então, solicitou permissão para retornar ao aeroporto, mas a aeronave acabou se chocando contra o solo. Desde então, equipes de investigação têm se dedicado a analisar os escombros, coletar depoimentos e realizar testes para tentar esclarecer as circunstâncias do acidente.

Uma das principais hipóteses em investigação é que uma carga irregular possa ter causado problemas no controle do avião. Porém, até o momento, não há uma confirmação definitiva desta teoria. Outros fatores que podem ter influenciado no acidente, como condições climáticas e ações humanas, também continuam sendo analisados.

Enquanto as investigações prosseguem, a FedEx tem sido cobrada por melhorias em suas práticas de segurança. A empresa já havia sido alvo de críticas em relação a suas operações aéreas no país, que teriam sido fortemente impactadas pela pandemia de COVID-19.

Além disso, a legislação portuguesa exige que empresas de transporte por via aérea tenham uma certificação especial, comprovando sua capacidade de segurança e manutenção das aeronaves. A FedEx teria perdido esta certificação pouco antes do acidente, o que tem gerado questionamentos sobre sua responsabilidade no caso.

Ainda assim, a FedEx tem afirmado que está colaborando com as investigações e que tem como prioridade a segurança de seus funcionários e clientes. A empresa já implementou medidas para melhorar a segurança em suas operações na Europa e em todo o mundo, como o aumento de investimentos em treinamento e tecnologia.

Enquanto o desfecho do caso da queda da FedEx em Portugal ainda é incerto, é inegável que este acidente trouxe à tona a importância de se investir nos sistemas de segurança das empresas aéreas e de se cobrar a responsabilidade pela garantia destas condições. Que este episódio histórico possa ser um alerta para a busca de melhorias neste setor tão crucial para a economia e a vida de tantas pessoas.